Adilson Batista minimiza confusão no pênalti e defende Kleber das críticas

O pênalti sofrido por Kleber na vitória sobre o Paraná gerou polêmica durante e depois da partida do último sábado. O atacante foi acusado de agredir o zagueiro Alisson no início da jogada e o técnico Claudinei Oliveira chegou a pedir uma punição pesada ao camisa 30 após a partida. Ele deixou claro que já pediu para a diretoria paranista encaminhar uma denúncia ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Indagado sobre o caso, Adilson Batista mostrou tranquilidade e avisou que não era de sua alçada falar sobre a suposta agressão, até porque não tinha visto as imagens do lance. O treinador ainda minimizou o caso e deixou claro que tem a preocupação de pedir para Kleber, que tem histórico de confusões em campo, jogar apenas futebol. Vem dando certo pelo menos no Vasco: o atacante ainda não levou sequer cartão amarelo com a camisa cruz-maltina.

– Me falaram que queriam fair play no lance, mas o atleta do Paraná caiu e levantou. O outro não dominou a bola. O Kleber percebeu, adiantou a bola, protegeu como ele sempre faz. Sobre a suposta agressão, não posso falar porque não vi as imagens. Não é da minha alçada. Temos pessoas competentes para tratar do assunto. A gente conversa para que ele jogue apenas futebol – lembrou.

O treinador também explicou o motivo de Douglas não ter cobrado a penalidade e disse não ter visto displicência de Kleber no lance.

– Kleber bateu do mesmo jeito que o pênalti contra o Santa Cruz. Ele e Douglas estão sempre treinando. Os dois tem essa liberdade de decidir. Acho que foi mais mérito do goleiro do que displicência dele.

Técnico do Vasco Adilson Batista durante entrevista em São Januário

A vitória por 1 a 0 levou o Vasco aos 22 pontos. A equipe ocupa agora a oitava posição da Série B do Campeonato Brasileiro, com um jogo a menos do que a maioria dos adversários. O elenco vascaíno ganhou dois dias de folga após a vitória deste sábado e se reapresenta na próxima terça-feira pela manhã, no CFZ.

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