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Efeito Covid-19: Capitão Santos fala sobre fechamento de casas de peças e material de construção em Elesbão Veloso.

Capitão Santos
Por José Loiola Neto

Com trabalhos comandado e coordenado pelo Capitão PM Antônio Santos, durante essa semana, a Polícia Militar realizou serviços de fiscalização, no qual, atendendo a determinação de decretos baixados e assinados pelo governador do estado foi solicitado o fechamento de estabelecimentos comerciais que atuam na venda de materiais de construção e peças para carros e motos, até então abertos em Elesbão Veloso. 


Conforme Capitão Santos, em entrevista ao Portal T4, a decisão foi tomada depois de uma reunião ocorrida na terça-feira(7/4) e que contou com as presenças do delegado Paulo Gregório, o sargento Edmar Clarindo, comandante do policiamento e representante da Prefeitura de Elesbão Veloso.


- A partir desse encontro chegamos ao consenso de que deveríamos dá o fiel cumprimento ao decreto do governador do Estado, mais especificamente ao Decreto 18.902 de 23 de Março de 2020 que determina a suspensão das atividades comerciais e de prestação de serviços e complementa os demais decretos que o governador já havia baixado. 


CAMELÔS


Ao falar a respeito dos vendedores ambulantes(camelôs) figuras frequentes não apenas em Elesbão Veloso, mas nas cidades que compõem a grande região Vale do Sambito, Capitão Santos foi enfático em dizer que é preciso que se tenha uma certa prudência quanto ao assunto, pois o direito de ir e vir não foi proibido.


- São coisas que não constam no decreto, o que eu posso dizer é que a pessoa adote os cuidados devido ao receber um camelô, use máscara, manter certa distância, não vamos aqui adotar qualquer ato de discriminação, é manter a distância; precisamos ter prudência porque não podemos chegar aqui chamar a atenção deles e dizer: vá embora!, isso a gente não pode. O que tem é que cada um deve fazer a sua parte.


Capitão Santos falou do caso envolvendo o vendedor ambulante que esteve em Aroazes e após passar mal foi encaminhado para Valença do Piauí. Para ele, houve um certo exagero.


- Esse rapaz teve realmente uma crise de falta de ar, a gente acredita que foi por medo porque eu conversei com a diretora do hospítal de Valença, a Drª Lucília Dantas e ela nos contou que quando ele chegou lá não apresentou nenhum sintoma de quem estivesse com a Covid-19, não apresentou nada, mas mesmo assim como ele já havia tido esse problema em Aroazes, o hospital coletou material e encaminhou para exames. 


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